A atual indústria de Games está se expandindo em proporções gigantescas, chegando até a superar a indústria cinematográfica. O que é irônico pois grande parte disso se deve a popularização dos videogames e sua aproximação cada vez maior aos moldes dos filmes hollywoodianos.

Listamos aqui 6 dos melhores games de tiro com temática Scifi que já foram lançados, obviamente que muitos jogos excelentes ficaram de fora, não por serem menos importante, mas por não se encaixarem exatamente na proposta da lista que é tentar se manter mais na relação shoot/Scifi.

Binary Domain (PC, Xbox 360, PS3)

Binary Domain

Mas que fdp pesado, pqp!

Um primo pobre de Gears of War, Binary Domain faz por merecer todo o respeito que temos por ele, principalmente por superar suas limitações (como o fato de ser extremamente genérico) e nos entregar um jogo bonito, divertido e casual.

Em um futuro próximo (2080) a humanidade vive uma época de ascenção tecnológica, porém o planeta já foi pra vala a tempos. Com cidades submersas devido aos efeitos do aquecimento global e a política mundial tendo que ser completamente restabelecida, surge um empresa que acha que ‘desgraça pouca é bobagem’ e resolve botar na tarrioca complicar ainda mais a vida das pessoas.

A Empresa chamada Amada cria robôs idênticos aos seres humanos (os Hollow Childreen, algo como Crianças Vazias ou Crianças sem Alma em tradução livre), no entanto esses robôs vão além das aparências físicas, eles também pensam que são humanos e isso gera um problema muito grande, principalmente por subverter o Código de Genebra que deixa estritamente claro que esse tipo de atitude é proibida. O jogador entra na pele do Sargento Dan Marshall, que junto com outras equipes da França, China e Reino Unido vão embarcar numa missão (quase suicida) em buscas de respostas da tal Empresa.

Bem, até aqui temos referencias claras ao famoso Gears of War, da famigerada Microsoft. No entanto Binary Domain não conta com tanto glamour assim, criado e desenvolvido pela SEGA em 2012, o jogo não contou com um orçamento muito volumoso, algo que é facilmente percebido na falta de detalhes gráficos e na renderização dos personagens.

Porém nem só de gráficos vive um jogo, BD encanta em muitos fatores sendo a jogabilidade um deles. Assim como GoW, aqui nós temos fases extremamente repetitivas porém nada cansativas, por horas e horas você terá que controlar seu personagem em uma cruzada epopeica contra hordas de robôs de todo tipo enquanto conta com a ajuda de alguns amigos. É muito fácil notar as influencias também de Yakuza, jogo da mesma desenvolvedora, onde o sistema de combate jamais cansa o jogador, fazendo-o querer sempre mais do mesmo.

Outro ponto fortíssimo nesse gênero, é a possibilidade de usar o Headphone para dar comandos aos outros personagens do seu time. Se você está sob fogo cruzado e precisa de apoio para chegar a um certo local, grite “Cover me” e imediatamente um de seus amigos irá lhe cobrir durante a ação, esse pequeno detalhe agrega em muito a jogabilidade deixando tudo muito mais divertido e fluido.

BD é um jogo atípico, hora porquê claramente homenageia seu inspirador, Gears of War, hora porque é tão estranho e diferente que você esquece se tratar de um genérico de tiro em 3º pessoa.

Binary Domain não é um jogo espetacular, genial ou promissor, porém para um genérico com propósito de lhe conceder uma breve diversão casual, o game cumpre muito do que promete e não deixa(tanto) a desejar em seu principal quesito, a diversão.

Dead Space (PC, Xbox 360, PS3)

Dead Space

Pqp, eu não quero comprar os kits da Hidone, porra!

Alguma vez você já teve que reunir uma galera pra assistir um filme por ele ser aterrorizante demais? Óbvio, não é? Mas com certeza nenhum filme é tão aterrorizante quanto o jogo Dead Space, cujo o fator de cagaço é tão exagerado que os produtores tiverem que implementar um modo Co-op porquê os jogadores não conseguiam jogar sozinhos, tamanho era a pressão psicológica no pobre player, que caso não tivesse um coração sadio já empacotava nos primeiros minutos do game.

Dead Space é um game de tiro em terceira pessoa, de terror, ação, suspense e elementos de Sfici. A história é a seguinte; Mais uma vez no futuro, dessa vez no século 26, a terra (como sempre) está indo pra vala, então a única maneira de buscar recursos naturais é indo procurar lá fora, em outros planetas. A C.E.C é a empresa de destaque da vez, uma mineradora fodona que resolve criar a USG Ishimura, a nave de escavação e extração mais bem sucedida de todas. No entanto em uma de suas missões no planeta Aegis Aegypti VII, eles encontram alguns artefatos e algumas coisas sinistras começam a acontecer (para saber mais sobre isso, assista a animação chamada Dead Space: A Queda).

Tendo perdido total contato com USG Ishimura, o governo da terra entra em contato com a tripulação da USG Kellion e os incube da missão de descobrir o que houve com a nave.

É ai que nosso mocinho entra, na USG Kellion nós temos Chen e Johnston que são os pilotos, Zach Hammond que é o comandante e chefe de segurança, Kendra Daniels especialista em computadores e por fim o nosso protagonista Isaac Clarke que é o engenheiro (E é bom que seja dos bons, porque ele vai precisar) espacial da nave.

Quando nossos “aventureiros” encontram a nave, amigos, a coisa fica tensa, fica muito tensa e a partir daí; desmembramentos, monstros de quatro braços, bebês mutantes bizarros e criaturas berrantes das trevas vão fazer parte corriqueira da sua tela. Se tem uma coisa que a Visceral Games não poupou em Dead Space é o uso bem aplicado de sangue e terror psicológico, óbvio que isso tudo junto é sensacional. Aqui você não tem as “mordomias” que outros games do mesmo gênero oferecem, no intuito de lhe inserir ainda mais dentro do universo do game, todas os aplicativos são visualizados diretamente a partir da armadura do jogador, como barra de HP (que é marcada por pontos verdes na coluna da armadura), a quantidade de munição e sem contar que, o jogo não para nunca, sequer para você entrar em computador para ‘hackear’ um sistema, ou fazer um melhoramento de armas, você estará sempre sujeito aos ataques dos inimigos.

Apesar de parecer travada, tem uma razão muito simples para a jogabilidade de DS ser como é; como o protagonista do jogo usa uma armadura extremamente pesada, isso limita muito os movimentos do jogador, o que como consequência causa uma sensação de agonia o tempo inteiro, já que correr ao invés de lutar nem sempre é a melhor opção, principalmente quando se usa uma armadura tão pesada que você não consegue correr mais de 10 metros sem por aos pulmões pela boca.

Desenvolvido pela Visceral Games e lançado pela EA em 2008, Dead Space é um Survivor Horror que conta com excelentes gráficos, uma jogabilidade descente é um enredo extremamente bem construído. O jogo é rico em todos os detalhes e de fato, não é difícil dizer que seria (ou será) garantia certa de venda em qualquer mídia que atua, seja animação, jogos ou cinema.

Crysis (PC, Xbox 360, PS3)

crysis

Engole essa, Robocop

Se Dead Space é referência em Terror, Crysis com certeza é referência em Qualidade Gráfica. Tanto que a frase “Roda Crysis” ficou famosa entre os PC Gamers que queriam saber qual a capacidade de processamento gráfico de um determinado computador.

Crysis foi desenvolvido pela Crytek e distribuído pela em EA Games em 2007. Com o motor chamado CryEngine2, sucessor do Cryengine usado em FarCry desenvolvido pela própria Crytek, o game tem uma jogabilidade fluida e destravada, um fantástico arsenal e excelentes “gadgets” de espionagem e combate tirando o melhor do estilo de cada jogador, seja ele furtivo ou “porra loka”.

Em 2020(está perto) alguns arqueólogos norte-americanos estão bisbilhotando em uma ilha na Coreia do Norte (Tinha que ser) quando o governo envia soldados para ter uma “conversinha” com essa rapaziada toda, é ai que os americanos enviam o Raptor Team, uma equipe que conta com os soldados Nomad, “Psycho”, Aztec e Jester, todos usando Nanosuits e sendo liderados por Prophet. A Armadura Nanotecnológica é capaz de dar condições sobre humanas ao seu dono, como Super Força, Super Velocidade, além da habilidade de ficar invisível (O que gasta mais energia da Nanosuit) por um certo período de tempo. Bem, o lance é que além dos soldados de pau pequeno coreanos, o protagonista também vai ter que encarar uma ameaça alienígena, os chamados Ceph, uma raça tecnologicamente mais avançada.

De fato, não há muito o que se falar da história de Crysis, há até quem diga que o protagonista é a Nanosuit e não o homem que a veste. Não é absurdo dizer que boa parte de ‘fodacidade’ de Crysis está em sua jogabilidade divertidíssima e cenários de encher a vista. Se você é fã de FPS e Scifi, recomendo a série Crysis inteira, embora não seja de um enredo original e com uma trama muito envolvente, o game certamente nos ganha com sua campanha frenética, gráficos lindos e uma jogabilidade viciante.

Half Life (PC, PS2,Dreamcast)

half life

Já tirou a foto? meu pescoço já tá cansando

Um clássico não só pela incrível gameplay, mas também por ótimos gráficos (na época e ainda hoje), foi no longínquo ano de 1998 que a Valve nos presenteou com seu primeiro jogo da franquia Half Life.

Lembro-me de ouvir muito a respeito de Counter Strike nos anos 2000, mas o que pouca gente (principalmente os adorares de CS) sabia era que o mesmo não passava de um MOD barato do fodástico Half Life.

Com uma excelente engine e um motor gráfico de dar inveja, o game ainda hoje é muito divertido e mesmo com seus gráficos “de época” ainda consegue nos arrancar muito susto e diversão. No entanto HF não se resume uma engine perfeita e belas sequencias de ação frenética, o game conta com um dos melhores enredos já explorados no mundo dos games.

Estamos em uma época em que a história não importa e tudo o que os desenvolvedores querem é criar um bom Multiplayer para os jogadores virjões se degladiarem em loop infinito online, mas talvez a Valve não pense assim até hoje. Criado em uma época em que o Multiplayer não era assim tão “endeusado”, os desenvolvedores de HF puderam dedicar toda a sua atenção a trama, personagens e desenvolvimento da história, algo raro nos FPS de hoje, onde tudo o que você precisa é sair atirando por ai como se não houvesse amanhã.

A trama começa quando o Dr. Gordon Freeman, que é um físico teórico, participa de uma experiência numa espécie de laboratório secreto, a famosa Black Mesa, localizada em algum lugar no Novo México, uma clara referência a Área 51.

Durante o experimento um acidente ocorre, um espectrômetro explode criando um tipo de “cascata de ressonâncias” e Freeman acaba desmaiando. Trocando em miúdos, os cientistas acabam de abrir um portal entre nossa realidade e uma outra dimensão, chamada; Xen.

Quando recobra a consciência, Freeman percebe que todos ao seu redor estão mortos, guardas, cientistas, todos. Ele então percebe também que a comunicação com o exterior foi perdida e é ai que começa sua jornada para resolver a cagada que eles fizeram, pois várias criaturas de Xen passaram pelo Portal que foi criado, e se não conterem a situação a coisa pode piorar e muito.

É com esse enredo que você, na pele do Doutor vai explorar vários cenários que vão desde deslumbrantes até bizarramente assustadores. Isso tudo sem contar as criaturas extremamente infernais que o game apresenta do começo ao fim, sendo a primeira deles o famoso headcrab, algo muito parecido com os facehugs do filme Alien (talvez até seja uma homenagem).

Half Life não é um clássico atoa, sua estética e história tem fortes influencias de antecessores como Doom, Quake e até do famoso conto do Stephen King, O Nevoeiro, que por sua vez rendeu um ótimo filme tendo Thomas Jane como protagonista.

O universo de Half Life também nos rendeu outros grandes jogos, como é o caso da franquia Portal, que usa o mesmo motor gráfico de HF e se passa no mesmo universo, só que mais focado na resolução de puzzles que no combate propriamente dito.

Se você quer um jogo pra viver a história, se divertir com o gameplay e explorar ambientes fantásticos, pode ter certeza que esse jogo é o Half Life.

Halo (PC, Xbox, Xbox 360, Xbox One)

Aqui é noiz na área, tiozão!

Foi em 2003 que recebi de um amigo a indicação de comprar um game de FPS que seria revolucionário, seguindo o conselho comprei o tal jogo e pra minha surpresa, ele estava certo.

Lançado em 2001 pela MGS, sendo desenvolvido inicialmente pela Bungie, Halo conquista o jogador não apenas por seu estilo extremamente singular de partida, sua física absurdamente foda ou suas CGis empolgantes, o game também conta com uma das mais densas e expansivas histórias que já se viu nas história dos videogames.

Halo tem um enredo tão envolvente e grandioso que isso gerou uma série de Livros, HQs, sem contar alguns Fanmades e uma série para web, Halo Nightfall.

Como já dito antes, o enredo de Halo é muito grande e se expande por todos os lados, vamos tentar focar no protagonista Master Chief e deixar as tramas paralelas para você pesquisar mais a respeito. Bem, o lance é que em um futuro bem distante, no século 26, a raça humana enfrenta uma constante batalha contra os Covenant, que na verdade se trata de uma aliança entre várias raças alienígenas que fazem parte de uma seita religiosa e acreditam que a raça humana é uma praga no universo e merece ser extinta (Isso me soa familiar). Nesse futuro utópico, tecnologia não é o problema para a humanidade. Nós já podemos viajar entre galáxias distantes, pois já se pode andar na velocidade da luz, algo até corriqueiro. A humanidade acabou se expandindo pra todo canto do universo, quase como uma praga, mesmo (Como pensam os Covenants), no entanto a manutenção dessas colônias era difícil e para tal missão a Dr. Halsey juntamente com o Tenente Keyes resolvem dar início ao projeto Spartan II, que consistia em transformar crianças em soldados perfeitos. É dessas experiências que nasce nosso protagonista, Master Chief.

No entanto, os soldados acabarem não apenas sendo usados para o controle das massas, mas se mostraram uma “mão na roda” no combate com as raças alienígenas que compõe a seita dos Covenants, sendo basicamente a partir dessa premissa que se baseia a série de jogos.

Halo conquistou vários prêmios, dentre eles o de Jogo mais Antecipado, Designer do Ano e Melhor Jogo de Ação em Primeira Pessoa.

Como já falamos antes, se tem uma coisa onde Halo jamais peca é na jogabilidade, o game conta um sistema de mira extremamente eficaz e preciso, uma arsenal diverso onde você tem a possibilidade de usar também as armas dos adversários, que por serem alienígenas tem uma tecnologia completamente diferente das armas humanas. Além de tudo isso, também podemos contar com algo que até então não era difundindo, principalmente em jogos de ação em primeira pessoa, aqui você podia pilotar veículos, isso mesmo. Em fases especificas do jogo você podia encontrar pelas fases um Warthog e podia pilota-lo, recurso excelente no Multiplayer onde você podia sentar na direção, enquanto um amigo sentava no banco do passageiro e o outro ficava na parte de trás disparando a metralhadora giratória, algo lindo de se ver.

Aliás, um dos mais divertidos Multiplayer que já vimos, contando com vários estilos de partida como; King of The Hill, Catch the Flag, Deat Match entre outras. No modo Multiplayer você também podia desenvolver várias táticas de combate diferentes para vencer o time inimigo, que iam desde o estilo furtivo ‘Splinter Cell’ até o estilo Rambo, onde você saia disparando pra todo lado loucamente como se sua vida dependesse daquilo, e dependia.

Halo é uma game épico e isso vale para a série inteira, embora muitos haters digam que a qualidade da franquia tem caído muito de uns tempos pra cá, o game continua firme e forte até hoje, podendo ainda nos confiar horas de diversão a fio na luta pelo futuro da humanidade.

Gears of War (PC, Xbox 360)

gears of war

Tá saindo da jaula o monstro, birl

Se Halo tem um enredo envolvente e cativante, Gears of Wars não fica atrás em nem um ponto. Com uma história fluida e um ritmo frenético, o game prende o jogador na frente do joystick/teclado por horas a fio antes de querer parar para descansar.

Assim como em Binary Domain, Dead Space e tantos outros games, em Gears of War o planeta também foi pras cucúias. Esgotamos nossos recursos naturais, acabamos com a vegetação e não sobrou nada pros nossos descendentes. Foi então que a humanidade teve a genial (aliás, atualmente é uma ideia que está sendo cogitada no mundo real) ideia de procurar outro planeta para poder habitar, só que no universo de GoW, muito diferente do de Halo, é muito difícil encontrar um planeta habitável para a humanidade.

No entanto, a humanidade encontrou um planeta, chamado Sera, onde toda a história se passa. E o que a humanidade faz quando encontra esse novo planeta? acaba com os recursos naturais deles também, não é óbvio? O lance é que antes que o planeta ficasse totalmente sem recursos, um acidente com brocas de mineração acabam revelando uma nova substancia até então desconhecida. Batizada de Imulsion, a substancia acaba se mostrando a salvação (ou destruição) da humanidade, pois o cientista Hellen Cooper acaba desenvolvendo um processo chamado LightMass que transforma a Imulsion em uma fonte de energia extremamente eficiente e barata.

Ah, então tá tudo resolvido, fim dos problemas, certo? Não, meus amigos, a treta maligna nem começou ainda. O problema é que essa “baratização” do custo de vida causada pelo Imulsion acabou desestabilizando a economia mundial, o que levou a humanidade a uma guerra entre os países ricos (Os COG, com alta concentração de Imulsion) e pobres (Os UIR, sem Imulsion suficiente para se manterem). Obviamente que os países ricos venceram, mas o planeta ficou devastado.

Com cidades inteiras em ruínas e a humanidade em colapso militar e financeiro, foi a hora perfeita para a pior das ameaças se revelar. Em um ataque na surdina, criaturas chamadas de Locust acabam atacando e dizimando cerca de 90% da espécie humana, algo que ficou conhecido como o Emergency Day.

É ai que entra um grupo de militares viciados em whey protain fodões chamados Gears, sendo um deles Marcus Fenix, o protagonista do jogo. A partir daí, a guerra entre o que restou da humanidade e os Locust se inicia, embora eu ainda ache que os Locust só estejam tentando defender seu planeta de invasores que o estão destruindo.

É difícil falar de GoW, pois a emoção de se jogar um game tão épico é intransponível através de palavras. O jogo conta com uma mecânica completamente diferente do que já vimos até aqui, enquanto Halo implementou o sistema de Recover de Energia em jogos de tiro, GoW veio implementar o chamado Cover, sistema em que você pode usar obstáculos para se apoiar e se esconder, podendo até atirar às cegas apenas com o braço exposto, reduzindo assim as chances de ser atingido pelo inimigo.

Aliás, diferente da maioria dos jogos de tiro em terceira pessoa, em GoW é melhor você pensar duas vezes antes de partir pra cima dos inimigos como se fosse o Rambo atacando asiáticos. Afinal, não é preciso ser acertado por muitos tiros para ser rapidamente despedaçado pelas balas dos Locust.

A movimentação do jogo é fluida, apesar de muitos a acusarem de ser muito lenta e travada, é necessário notar que os personagens carregam uma armadura extremamente pesada e com várias armas, sem contar que não sabemos exatamente qual é a gravidade no planeta Sera, contudo, o jogo tem uma ótima física e um motor gráfico excelente, o famoso Unreal Engine, que faz com que até hoje os gráficos do game não decepcionem diante da magnitude dos jogos atuais.

Outro ponto forte do jogo é a interação entre os personagens, o jogador tem a opção de jogar no modo campanha com boots ou em coop com um amigo pela internet. Assim, durante boa parte do jogo você trava batalhas épicas com os locust na companhia de 3 integrantes da equipe Gears, onde alguns acabam morrendo no decorrer do jogo mas você acaba conhecendo novos à medida que o jogo prossegue, fazendo com que dessa forma o time fique sempre estabilizado em 4 personagens.

Em GoW os personagens coadjuvantes não estão ali só pra empurrar a história, eles realmente tem personalidade e fazem a diferença no desenvolvimento da trama, tendo cada um deles uma personalidade bem distinta; Marcus é sério e destemido, Dom é seu braço direito e muito centrado no que faz, Cole é brincalhão enquanto que Damon faz as vezes de durão e mal humorado.

Gears of War foi desenvolvido pela Epic Games e distribuído pela Microsoft Games Studios em 2006, ganhando vários prêmios dentre eles o de Jogo do Ano, sem dúvidas, um jogo que você precisa conferir.

E vocês, o que acharam da nossa lista? Tem algum game que gostariam de tirar ou acrescentar? Comentem ai embaixo;

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